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Colunistas Professores

HOMENAGEM AOS PROFESSORES DE DANÇA

30/10/2021 01h34
Por: Redação
HOMENAGEM AOS PROFESSORES DE DANÇA

O mês de outubro foi recheado de homenagens aos professores de todos os segmentos e em especial aos da educação infantil, da matemática, e hoje, homenageamos os professores de dança, para encerrar as honrarias do mês com “chave de ouro”. 

Mas para que aprender e ensinar a dançar? Quem é o profissional que se dedica a ensinar essa arte tão sublime? O professor de dança é muito mais que um conhecedor de técnicas: ele traz para os alunos em várias linguagens (o olhar, os gestos, o corpo...) a consciência corporal: física, mental, emocional...

Você leitor, faz ideia de quando surgiu a dança? Vou te contar: muito antes da fala, os homens pré-históricos já sentiam a batida do coração, caminhavam numa “marcha marcada”, dançavam expressando a alegria de ter conseguido uma caça, celebravam o nascimento, a morte, contemplavam ou agradeciam a vida e os elementos da natureza. A dança é a expressão dos sentimentos do ser humano. É também a expressão de uma cultura, de um povo, uma arte sagrada. Para os “descrentes” ou aqueles que acreditam que dançar é feio ou pecado, temos boas notícias: podemos citar algumas passagens da Bíblia, em que a dança aparece como algo positivo, natural e importante para homens e mulheres (embate retratado no filme “Footloose – Ritmo Louco”, em que o pastor da cidade não quer que ninguém dance).

 

“Então as moças dançarão de alegria, como também os jovens e os velhos. Transformarei o lamento deles em júbilo; eu lhes darei consolo e alegria em vez de tristeza”. Jeremias 31:13 

“Davi, vestindo o colete sacerdotal de linho, foi dançando com todas as suas forças perante o Senhor, enquanto ele e todos os israelitas levavam a arca do Senhor ao som de gritos de alegria e de trombetas.” 2 Samuel 6:14-15

“Mudaste o meu pranto em dança, a minha veste de lamento em veste de alegria, para que o meu coração cante louvores a ti e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te darei graças para sempre”. Salmos 30:11-12

“Alegre-se Israel no seu Criador, exulte o povo de Sião no seu Rei! Louvem eles o seu nome com danças; ofereçam-lhe música com tamborim e harpa”. Salmos 149:2-3

“Louvem-no com tamborins e danças, louvem-no com instrumentos de cordas e com flautas, louvem-no com címbalos sonoros, louvem-no com címbalos ressonantes. Tudo o que tem vida louve o Senhor! Aleluia!” Salmos 150:4-6

“Então Miriã, a profetisa, irmã de Arão, pegou um tamborim e todas as mulheres a seguiram, tocando tamborins e dançando. E Miriã lhes respondia, cantando: "Cantem ao Senhor, pois triunfou gloriosamente. Lançou ao mar o cavalo e o seu cavaleiro". Êxodo 15:20-21

“Tempo de chorar e tempo de rir, tempo de prantear e tempo de dançar,” Eclesiastes 3:4

 

Quando utilizamos o termo “dança”, algumas pessoas podem se lembrar dos mais conhecidos estilos: ballet, dança contemporânea, dança de salão etc.  Mas há diversas formas de expressão e de desenvolvimento corporal quando se entra no palco. Dançar pode envolver outras artes além do movimento: o teatro (através dos gestos, olhares), a música que cria o clima perfeito dos maiores espetáculos desse gênero.  Envolve o registro histórico através do desenho, da fotografia e filmagem; a moda contida nos diversificados figurinos; a pintura por meio da maquiagem facial ou corporal. A dança abre sem dúvida um multiverso de caminhos.

O professor de dança traz também valores, como o respeito à cultura, ao corpo do outro, aos limites, potencialidades, necessidades, possibilidades e expectativas de cada um. Todos os seres humanos nasceram para se movimentarem, dançarem e se expressarem através do corpo. Em alguns momentos, a sociedade impôs limites às necessidades do ser humano, sobretudo das crianças, baseando-se em meros preconceitos do tipo: “dançar não é coisa para você” ou “dançar não é coisa de homem”. A igreja, em algumas religiões, impôs o pecado para quem dança (enquanto a Bíblia diz exatamente o contrário). Dessa forma, nossos corpos foram recebendo “nãos” para o movimento da dança, que deveria ser algo natural. Por quê?

A dança traz em si a liberdade: de expressão, de movimento, de experimentação de diferentes espaços, sensações e interações. Essa liberdade começa no corpo e pode se estender ao pensamento, estimulando a criatividade para memorizar passos e coreografias inteiras,  elaborar figurinos, cenários, roteiros. Ela estimula as linguagens e conexão com outros corpos, outras pessoas. Dançar estimula várias partes do nosso cérebro, provocando no corpo sensações de bem-estar, de leveza, de alívio. “Quem dança é mais feliz” porque ao dançar, nosso cérebro libera endorfina, dopamina e serotonina, hormônios da alegria, felicidade e prazer. Assim, os céticos podem recorrer à medicina, aos estudos científicos a fim de entender os benefícios que ocorrem no corpo quando dançamos e aos excelentes resultados curativos obtidos por quem sofre de stress, depressão, ansiedade. É possível afirmar que dançar é terapêutico. Por todos esses motivos recebemos tantos “nãos” da sociedade ou da igreja com relação à dança, pois ela (a dança) pode nos dar asas, e quando voamos somos livres, pensamos e criamos por nós mesmos, nos tornamos autônomos,  buscamos novos caminhos, ideias e oportunidades. O ser humano em diversas ocasiões na história, dançou a fim de se livrar da opressão e criar um mundo mais coeso, harmonioso e feliz. Nesse sentido, a dança para a igreja foi considerada “pecado”, pois o corpo precisava (ainda precisa, em muitas religiões) ser controlado.

Quando dançamos, temos contato não apenas com nosso professor de dança, mas também com outras pessoas, o que ajuda na socialização, na vida social, e pode proporcionar momentos de cooperação, empatia, solidariedade, de compreensão de nós mesmos na relação com o espaço, com os objetos mas principalmente com o outro.

O que a dança pode te trazer, na prática? Algumas amigas da dança escreveram para nós: 

Pra Luciana Rossi, professora de diferentes estilos de dança, inclusive para pessoas portadoras de necessidades especiais. Atua também como professora de libras. “A dança me proporcionou saúde, tanto física como emocional, reverteu um quadro de depressão, além disso ela se tornou parte do que eu sou hoje, pois me profissionalizou. O que eu passo no dia a dia se reflete na dança e a dança me ajuda a enfrentar a rotina do dia a dia.  Outra coisa fundamental que a dança me permitiu, foi proporcionar a inclusão de pessoas com diferentes limitações. Sem falar nos vínculos de amizade com alunos e colegas de profissão, 95% dos meus contatos tem alguma ligação com a dança. A dança faz parte da minha vida”.

Pra Avia Molly, professora de dança cigana: “Comecei aos 39 anos com a dança de salão e logo fui para o jazz, como professora de educação infantil o domínio corporal foi uma ferramenta muito útil e já aposentada descobri a dança cigana que nunca mais parei. Ao mesmo tempo fiz street, dança do ventre e balé. A dança contribui para que eu tenha disposição, encare as adversidades, seja livre e leve, pois, ao dançar reponho as energias. Hoje aos 59 anos faço trabalho voluntário em um espaço público da minha cidade destinado a terceira idade uma vez por semana junto com meu marido a dança de salão e uma vez por semana eu na dança cigana.  Utilizamos a música e os movimentos como ferramenta para o estímulo da convivência, diversão, memória e auto estima.  Em resumo DANÇAR ME FAZ BEM AO CORPO E A ALMA.”

Pra Maria de Lourdes Piveta, aluna da dança cigana. “A dança me trouxe a vontade de viver de novo e a alegria de continuar a cuidar da minha família. Também trouxe uma nova família da dança as lindas amigas dançarinas que conheci dançando.”

Pra Roseli Oliveira, aluna de dança cigana: “A dança me trouxe além de novos bons amigos(as), alegria, desenvolvimento espiritual e emocional. Satisfação. O prazer de dançar e conhecer novos lugares.”

Pra Cuentilha Saggioro, aluna de dança, “A dança me trouxe alegria, sensibilidade, felicidade”.

Quem pratica dança é garantidamente mais “aberto” às diversidades, sensível e respeitoso às diferentes culturas e realidades, atento às próprias necessidades e também às do outro. O Brasil, que recebeu muitos imigrantes, tem uma diversidade gigantesca de danças vindas de muitos países. Conhecer as danças brasileiras é imprescindível, mas a maior parte delas ainda é pouco conhecida pelo grande público. Trazidas pelos portugueses, africanos, misturadas às danças indígenas: coco, cacuriá, umbigada, lundum, jongo, afoxé, kizomba, maculelê, maxixe. Existem ainda as mais famosas: capoeira, ciranda, samba, xaxado, forró (tradicional e universitário), sertanejo. Somente os povos indígenas têm centenas de tipos de danças (de acordo com os costumes de cada tribo): toré, quarup, Kahê-Tuagê, atiarú, jacundá, entre tantas outras. 

No norte do Brasil, algumas danças derivadas da mistura desses povos (o rodopio dos portugueses, as palmas e batidas de pés dos indígenas, o quadril solto dos africanos: lundu (ou lundum), carimbó, dança do boto, brega, siriá. Dessas misturas surgem os folguedos, onde religião e festa se misturam: folia de reis, dança do boi bumbá, maracatu, que envolvem cortejos, figurinos, cenários, muita música, dança e celebração.

No sul do Brasil, encontramos as danças tradicionais como chula, vaneira, milonga, caranguejo, pezinho, cana verde, pau-de-fitas, fandangos (e tantas mais) geralmente dançadas aos pares, grupos e em roda (herança dos europeus). 

Podemos citar uma série de ritmos latinos como o tango, da nossa vizinha Argentina, a zumba e as diferentes danças de salão: bolero, mambo, batchata, cha cha cha, quick step, zouk, lindy hop e infinitas outras. É preciso ressaltar a grande carga de ancestralidade trazida pelas modalidades africanas, ou afro, que evocam rituais e homenagens aos orixás (divindades da mitologia africana iorubá). 

Ainda podemos lembrar dos ritmos mais novos como o rock, street-dance, axé, funk, e ainda os menos conhecidos, como polca (paraguaia ou européia – apresentada no seriado “Desalma”), chamamé, Feldenkrais (vale pesquisar ????)

A contribuição de cada parte do mundo foi variada, inusitada, inúmera, enriquecedora.  

Do oriente, recebemos a delicada e charmosa dança do ventre com muitas variações em cada um dos seus quatro segmentos. Segundo a professora Cleide Regina, existem: a dança do ventre tradicional,  cuja leveza e liberdade são passadas de geração a geração; dança do ventre clássica, com muitos movimentos do balé e mais reconhecida nos palcos e espetáculos; dança do ventre moderna: uma mistura das anteriores, mas com elementos contemporâneos, como batidas eletrônicas, por exemplo, e as danças folclóricas tradicionais, que têm origens antigas e representa  a história de seus respectivos povos. Sem contar as fusões entre essas e entre outras, que enriquecem os corações do público, e principalmente o repertório das dançarinas, como por exemplo o “tribal fusion belly dance”.

A dança Indiana, em homenagem aos deuses e deusas do país, elege os sagrados feminino e masculino como destaque. Bharatanatyam é um dos estilos de dança clássica indiana milenar sagrada mais conhecida e difundida no Brasil. Traz poses e posturas geométricas, caminhadas, giros, saltos e utilização dos Mudras (Gestos com mãos). É encantadora, delicada e sensível.  Ananda Govinda (dançarina e professora da Bahia é especialista no assunto. Segundo Ananda, todas as danças da Índia trabalham com as energias masculina e feminina, sendo que cada energia complementa a outra.  Por isso que cada Deus na Índia tem sua consorte.

Da Espanha trouxemos o tradicional flamenco, com suas bullerias, rumbas, sevillanas, tangos, jaleos, farruca, alegrias, soleá, seguirya e tantos outros estilos.

As danças ciganas são uma viagem pelo mundo, onde os ciganos, em cada local, se apropriaram de ritmos típicos dos países visitados e colocaram um “tempero” a mais, estilizando sua forma, segundo a dançarina Keila Coelho. De acordo com pesquisas de Selma Pezza, também dançarina, nessa apropriação eles também criam estilos novos como o roman havasi que tem muitos movimentos da dança otomana assim como as danças dos bálcãs. Podemos conhecer ou pesquisar sobre a variações das danças ciganas: rumbas (gitana ou catalã), ghawazee, kalbellia, tsfiteteli (da Grécia), russa, turca, dança cigana húngara... isso só pra começar. ????

Quer, literalmente, voar? Experimente a dança acro (ou dança acrobática), estilo extremamente desafiador, que combina técnicas clássicas com movimentos acrobáticos de precisão (circo). Tem um caráter atlético, uma coreografia única, que combina perfeitamente dança e acrobacia. Como exemplo, temos os shows dos bailarinos do Cirque du Soleil. Daniel Aponi, brasileiro, trabalha como “clown”, ator e professor de acro-dance na Itália. Em seus cursos, intercala a dança acro à dança sensível. Ele explica: “Acro-dance é um estilo que traz movimentos mais acrobáticos combinados com o movimento orgânico da dança”.

Este espaço seria minúsculo para listar todas as danças do Brasil, que dirá do mundo, já que cada país e região tem sua história, seus costumes e inúmeros ritmos.

Destacamos e homenageamos, então, alguns professores de dança e estendemos deferência a todos os outros: a professora Saphyra (Cristiane Wilson), precursora do ensino das danças ciganas no Brasil, especialista também em danças indianas, com espaço em São Paulo. Instagram @saphyradance

No Flamenco, destacamos a professora da Cia Peña Flamenca Kelly Ribeiro, que realizou trabalhos incríveis sobre a cultura flamenca no grande ABCD. Facebook @Kelly Ribeiro

No ballet e dança contemporânea e moderna, a diretora da Cia de Danças de Diadema, destacamos a Ana Bottosso, idealizadora de muitos espetáculos premiados. Facebook @AnaBottosso 

A professora Renata Saggioro, dançarina e professora de danças ciganas e danças brasileiras em SBC e Diadema, coordenadora do Grupo Amor Gitano de SBC. Facebook @Grupo Amor Gitano e @Renata Saggioro Silva Saggioro

Ananda Govinda, especialista nas danças indianas – professora da Bahia. Facebook: @Ananda Govinda

Vale pesquisar, conhecer, nos aprofundarmos e conferirmos mais de perto (de preferência pessoalmente) a dança que mais nos encantar. Recomendamos ao leitor alguns sites e vídeos, pois DANÇAR É PRECISO.  Nos países desenvolvidos, a dança e o esporte fazem parte do currículo da educação integral para todos os alunos. Seria interessante se isso ocorresse nas escolas do Brasil, para todas as idades. Quem sabe assim impulsionaríamos o desenvolvimento através do estímulo à aprendizagem, à aptidão para a cooperação e empatia, tão necessários ao convívio social através do corpo, considerando a pessoa como um ser integral, que precisa desenvolver habilidades e capacidades diferenciadas, não apenas ler e escrever. O filme “Take the Lead” – na tradução literal “Assuma a liderança”, conhecido como “VEM DANÇAR” aborda os excelentes resultados obtidos por Antonio Banderas, no papel de professor de dança em Nova Yorque, ao “resgatar” jovens adolescentes revoltados e desinteressados, através das danças de salão. 

Como diria o pintor da frase na escadaria: “Já que a vida não é essa festa que havíamos imaginado, já que estamos aqui, dancemos”. Homenageamos por esta publicação TODOS OS PROFESSORES DE DANÇA, pela sua dedicação em ensinar aos alunos a cultivar asas nos pés e a voar sem sair do chão. Convidamos os interessados em conscientizarem-se de seu corpo e serem mais felizes através da dança, pois como sabiamente declarou a cigana Miriam Stanescon: “O povo cigano toca, canta e dança na alegria e na tristeza, pois para eles a vida é uma festa e a natureza que nos rodeia, a mais bela e generosa anfitriã. Não há idade para esse exercício de alegria: dance, solte seu corpo, ondule suas mãos e rodopie sua saia. Solte as amarras que você tem e liberte seu coração”.

SAUDAMOS EM ESPECIAL ALGUNS DANÇARINOS E PROFESSORES DE DANÇA:

Avia Molly, Dulcilene Fabel, Claudia De Donato, Luciana De Donato, Cuentilha Saggioro, Maria de Lourdes Piveta, Roseli Oliveira, Sueli Klesse, Margarete Grandolpho, Mary Kallon (Santaria Gitanos), Luciana Rossi, Magali Duraes, Ananda Govinda, Selene Faon, Priscila Gonçalves, Eli Najad, Magda Nogueira, Sônia Bioni, Zin Cat, Catarina Ribeiro, Adriane Filianoti, Stelamare Filianoti, Fabiana Louro, Selma Pezza, Gisele Brito, Lye Sciorilli, Rosemarie Miranda, Rosemari Donadeli, Keila Coelho, Janete Rosa, Agatha Daae, Antônio Milani, Rose Maria de Souza, Kiara, Surya, Cleide Regina, Cris Torres, Daniel Aponi. 

Professora de Danças Renata Saggioro Silva

QUER SABER MAIS?

Entenda por que a dança faz bem à saúde e ajuda a diminuir o estresse. Disponível em http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/07/entenda-por-que-danca-faz-bem-saude-e-ajuda-diminuir-o-estresse.html#:~:text=Ent%C3%A3o%2C%20o%20corpo%20relaxa%20e,jogo%20do%20Brasil%2C%20por%20exemplo

Dançar faz bem: os benefícios da dança para a mente. Disponível em https://blog.sodanca.com.br/dancar-faz-bem/ 

Versículos de dança. Dança na Bíblia. Disponível em https://www.bibliaon.com/danca/ 

BEZERRA, Juliana. História da Dança. Disponível em https://www.todamateria.com.br/historia-da-danca/ 

Xaxado: expressão da história e cultura nordestina. Disponível em https://www.pisadadosertao.org/xaxado?gclid=CjwKCAjwq9mLBhB2EiwAuYdMtRSL9UZDbE23ZCygdqKm8zdd6DTwecs1A6iHWtEvSnzFEmEqclo08RoC8U8QAvD_BwE 

Danças indígenas. Conheça as principais danças e suas características. Disponível em https://escolaeducacao.com.br/dancas-indigenas/ 

Dança do ventre. Disponível em https://pt.wikipedia.org/wiki/Dan%C3%A7a_do_ventre 

Imagem 1: muro. Frases, poesias e afins. Disponível em https://frasespoesiaseafins.tumblr.com/post/146969178834/a-vida-n%C3%A3o-%C3%A9-a-festa-que-t%C3%ADnhamos-imaginado-mas 

Danças ciganas. Saphyra Espaço de Dança e Terapias.   Disponível em https://www.facebook.com/saphyraespacodedanca/ 

Os 8 estilos de dança de salão que você tem que conhecer. Disponível em https://www.evidenceballet.com.br/dancas/os-5-estilos-de-danca-de-salao-que-voce-tem-que-conhecer-2/ 

Danças orientais. Disponível em https://www.cienciashumanas.com.br/resumo_artigo_4091/artigo_sobre_dancas_orientais 

Acesso em 26 out 2021

Dança acro. Disponível em https://en.wikipedia.org/wiki/Acro_dance  

Núcleo Feldenkrais, dê voz ao seu corpo. Disponível em https://www.nucleofeldenkrais.com.br/ 

Fotos: acervo pessoal da autora.

Acesso em 28 out 2021

INDICAÇÕES DE VÍDEOS DE DANÇA PRA QUEM QUER SE ENCANTAR, APRENDER OU APENAS APRECIAR

Dança Inclusiva. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=sf0IdObjbPk 

"Senhoritas" - Grupo Amor Gitano- Encontro de Dança Jundiaí 2017 Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=ohoPRFBnn5g 

[HD] Antonio Banderas - Take the Lead - Tango Scene. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=6lAKlYTQVKY 

Patio Andaluz - un tablao en Sevilla . https://m.facebook.com/Cia-Pe%C3%B1a-Flamenca-de-M%C3%BAsica-e-Dan%C3%A7a-198055183603940/videos/p%C3%A1tio-andaluz-un-tablao-en-sevilla/312312356200267/?locale=ne_NP 

Espaço Saphyra de Dança. Dança Cigana Turca. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=DB_w9tartec 

Em show solo - Mercedita - Renata Saggioro Silva. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=2Em6fXdrzXo 

Dança circular sagrada. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=MNkmenjzxMc 

Dança Indiana com Ananda Govinda e suas alunas do grupo Rasa Lila. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=fe2XQWHsJfY 

Dança grega tradicional. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=o60TWUiCwuM 

Maculelê espetáculo Ayeye (Nova Era). Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=Hvs2Tf_aH1o 

ENART 2013: 5º Lugar - União Gaúcha - Cana Verde (Full HD). Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=uYIoJZjuDq0 

Jennifer Lopez - Ain't It Funny (Official Video). Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=GSLSwwkLRW0 

Dança Rockabilly / Rock and Roll em São Paulo - Bruno Coimbra e Thati Andrade. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=vSX5RG5VCVw 

1ª. Noite Paraguaia. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=bo_nFIj5IzY 

Polka – Origem e Características. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=AYOG1KwIc_Q 

Bfam Lundu. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=yTNHxwWnUI4 

Festa do Jongo Quilombo São José da Serra. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=6icZvJ83Mx4 

Footloose - Ritmo Louco, Cenas da Dança Final do filme de 1984 e de 2011. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=f2eCAVYM3gw 

Acesso em 28 out 2021

QUER MAIS? Indicações de professores, vídeos, espaços, professores... Procure a autora do texto: [email protected] @Facebook Renata Saggioro Silva Saggioro

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Professora Renata Saggioro Silva
Sobre Professora Renata Saggioro Silva
Pedagoga, Professora de Educação Básica desde 1996 (Diadema e SBC), Coordenadora Pedagógica (Prefeitura de Diadema), Dançarina profissional e professora de Danças Brasileiras e Ciganas, Pós-Graduada pela USP em “Combate à Violência doméstica contra crianças e adolescentes”, pela PUC em “Teatro e Psicodrama”, pela FMU em “Dança na escola e Danças Brasileiras”, pela IEGABC em “Arte Educação e Psicopedagogia”. Ministrante de alguns cursos e palestras sobre arte-educação.
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