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9 de novembro: Que tal conhecer a importância desta data?

No Brasil, mais de 30.000 crianças e adolescentes vivem nos abrigos. Dentro deste número, 5.154 se encontram aptos à adoção, segundo dados coletados pelo Sistema Nacional de Adoção de outubro de 2020.

30/09/2021 16h36
Por: Redação
Capa do terceiro livro
Capa do terceiro livro

O dia 9 de novembro é uma data pouco conhecida por grande parte da população. Trata-se do Dia Mundial da Adoção, que tem como objetivo despertar um olhar mais atento para as crianças e adolescentes que estão nos abrigos à espera de um lar e de uma família que os acolha e os ame.  

Embora este assunto não seja tão discutido socialmente, há muitas pessoas engajadas neste tema, que desenvolvem excelentes trabalhos voluntários em prol desta causa. Entre elas, está Maria Angélica Amarante dos Anjos, que além de psicóloga, palestrante e escritora, é mãe pelas vias da adoção do adolescente Jonas Henrique Amarante dos Anjos, que ingressou na família em 2014, aos 8 anos e meio de idade. 

Angélica, o esposo Wilson e o filho Jonas

A família de Angélica é mais uma dos exemplos das diversas famílias constituídas por meio da adoção de crianças e adolescentes que são constituídas pelo amor e união. “O tema da adoção precisa ser lembrado a todo instante, como uma forma de mostrar ao mundo que o amor não se limita aos filhos que chegam através de uma gravidez. Nem sempre uma mulher ou um homem que geram uma nova vida se tornam mãe e pai. A adoção transcende a biologia para exaltar o que realmente importa: o amor que une as pessoas e as torna uma família”, comenta a psicóloga. 

Sobre a importância de celebrar esta data, Angélica ressalta que o assunto da adoção precisa de mais visibilidade e que este é um dia que merece destaque em todo o mundo. “Muitas crianças e jovens sofrem abandono, ou são vítimas de catástrofes naturais ou políticas, e necessitam encontrar lares e famílias que os adotem com amor e carinho, para uma reestruturação de suas vidas. O Dia Mundial da Adoção lança uma luz sobre o grande número de crianças e adolescentes que se encontram nessa situação e que geralmente passam despercebidas e entregues à própria sorte”, explica. 

No entanto, na opinião da psicóloga, não basta somente haver uma data comemorativa, mas sim o apoio de pessoas de diversos meios sociais. “Precisamos mostrar para toda a sociedade que as famílias formadas pela adoção devem ser tratadas com a mesma naturalidade que as famílias biológicas, e que não há motivos para medos e preconceitos. A Legislação também precisa acompanhar as demandas para atualizar as leis e também para que as mesmas sejam cumpridas. Crianças e adolescentes não podem crescer em abrigos, é preciso dar voz e visibilidade a elas para que mais famílias se formem”, explica. 

Por fim, para celebrar esta importante data, Angélica, que recentemente lançou seu segundo livro sobre o tema da adoção, deixa uma mensagem: “Meus amigos, participem pelo menos uma vez em suas vidas de um Encontro Nacional, Estadual ou Regional de adoção. Um mundo novo irá se descortinar diante de vocês. Primeiramente, vocês terão a oportunidade de ver um grande grupo unido por um mesmo ideal. Este grupo é formado principalmente por famílias que adotaram os seus filhos e compreenderam a dimensão do amor, que não se limita à biologia. Como diz o nosso querido Dr. Luiz Schettini Filho, o filho não vem de fora, vem de dentro, dos nossos sonhos de sermos pais e mães. 

Nestes encontros, diversas famílias e profissionais que atuam nas Varas da Infância realizam palestras, onde todos aprendem e compartilham informações importantes. Os nossos filhos, enquanto isso, são atendidos por monitores ou voluntários que organizam brincadeiras, jogos e campeonatos, além de passeios, dependendo da ocasião e do local. 

Os dias vividos nesses encontros se multiplicam em alegrias e descobertas. Nossos filhos sentem o quanto são amados, pois os seus pais se prepararam muito para recebê-los e hoje contribuem para que mais famílias se formem. 

É um movimento lindo, intenso e rico como todo o processo de se tornar pai ou mãe. Esse espírito de solidariedade e inclusão contagia, e com certeza estamos dando bons exemplos para a construção de um mundo mais feliz e humano”. 

Quer conhecer um pouco mais sobre o universo da adoção e também os trabalhos que Angélica desenvolve em torno desta causa? 

Acesse a página do Facebook “Anjos da Guarda – Serviços de Apoio à Adoção”. 

Link: https://www.facebook.com/Anjos679/ 

 

Livros 

A primeira obra, lançada por Angélica em 2019, cujo título é “Fui adotada aos 56 anos – Uma história real de adoção tardia” compartilha com os leitores as experiências da maternidade de Angélica. O livro, foi resultado de uma premiação que a psicóloga recebeu do Edital ProAc, promovido pela Secretaria de Cultura de São Paulo.   

O segundo livro, lançado neste ano de 2021, no dia 25 de Maio – data em que comemoramos o Dia Nacional da Adoção, tem como título “Histórias na Varanda – Conversas sobre adoção e a vida”, resultado da premiação da Lei Aldir Blanc, do Governo Federal e da Secretaria de Cultura e Juventude de São Bernardo do Campo.  

 

 

 

 

Capa do primeiro livro

 

Capa do terceiro livro

Como adquirir?  

Para adquirir o livro “Histórias na Varanda – Conversas sobre adoção e vida”, o pagamento pode ser feito via PIX por meio da chave: (11)972575660.  

Valor: R$ 37,00 com frete já incluso para todo o Brasil.  

Caso haja interesse, o leitor também pode adquirir o primeiro livro da escritora "Fui Adotada aos 56 anos – uma história real de adoção tardia" pelo valor de R$ 31,50 com o frete incluso  

Após o pagamento, é necessário enviar o comprovante do depósito, nome e o endereço completo para este mesmo número.  

A entrega é feita via correio.  

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