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Estado de greve dos metroviários em São Paulo acende alerta para quem depende de transporte público

Categoria pressiona por negociações e votação pode definir paralisação no fim de fevereiro

Por: Redação
15/02/2026 às 16h55
Estado de greve dos metroviários em São Paulo acende alerta para quem depende de transporte público

Os metroviários de São Paulo decretaram oficialmente estado de greve no início de fevereiro em assembleias realizadas pela categoria, intensificando a pressão sobre a direção da Companhia do Metropolitano de São Paulo a abrir negociações sobre reivindicações trabalhistas, como plano de carreira, contratação por concurso público e progressões salariais.

Embora o sistema de trens ainda esteja funcionando normalmente, com as principais linhas operando sem interrupções até o momento, essa fase pode ser apenas preparatória para uma paralisação caso não haja avanço nas conversas entre sindicato e empresa.

Na última assembleia, realizada em 11 de fevereiro, os trabalhadores abriram uma votação de 24 horas para decidir os próximos passos do movimento e avaliaram a possibilidade de convocar uma greve geral para o dia 25 de fevereiro.

O que o estado de greve significa

O chamado “estado de greve” não implica paralisação imediata dos serviços. Ele funciona como um sinal de alerta: os metroviários autorizam a categoria a cruzar os braços caso a empresa e o governo estadual não atendam às demandas.

Reivindicações da categoria

Entre os principais pontos discutidos estão:

󠁯•󠁏 Realização de concursos públicos para reposição de quadros;

󠁯•󠁏 Estruturação de um plano de carreira mais transparente e progressões salariais com critério definido;

󠁯•󠁏 Redução da terceirização e critérios subjetivos nos processos internos de promoção.

󠁯Impactos possíveis no dia a dia dos passageiros

Especialistas em mobilidade urbana e representantes de transporte público alertam que, se uma greve for oficializada:

󠁯•󠁏 Pode haver mudanças significativas na operação do Metrô, principalmente em horários de pico;

󠁯•󠁏 Aumento da demanda por ônibus, trens da CPTM e serviços por aplicativo;

󠁯•󠁏 Possíveis atrasos e superlotação em linhas alternativas de transporte.

Por enquanto, o serviço segue regular e sem interrupções, mas é importante que a população que depende do transporte sobre trilhos fique atenta às notícias e planejamento de rotas alternativas caso a paralisação seja confirmada.

O Jornal Leia SB seguirá acompanhando o desenrolar das assembleias e qualquer anúncio oficial de greve ou mudanças na operação do Metrô de São Paulo.

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