
Ler e escrever são atos de neuroengenharia. Por trás de cada letra há um cérebro integrando visão, audição, linguagem e memória. A alfabetização não é apenas um processo escolar, mas biológico e emocional. Quando o educador entende os circuitos cerebrais da leitura, pode prevenir dificuldades e potencializar talentos. Ensinar a ler é acender sinapses que transformam sons em sentido e sentido em mundo. A escrita, por sua vez, eterniza o pensamento e amplia a consciência.
Por Thainara Morales Andretta, Mestre e Doutoranda em Neurociências, Analista do Comportamento e Psicopedagoga, em formação contínua em Fonoaudiologia, unindo ciência, educação e comunicação humana
