
A atenção, a memória de trabalho e o controle inibitório são os verdadeiros bastidores da aprendizagem. São as funções executivas que permitem à criança planejar, organizar e persistir diante dos desafios. Quando o educador entende esses processos, adapta suas estratégias para fortalecer a autorregulação cognitiva. Jogos, brincadeiras e rotinas podem ser grandes aliados no treino dessas habilidades. Ensinar a pensar é ensinar a gerenciar o próprio pensamento — e isso é o coração da neuroeducação.
Por Thainara Morales Andretta, Mestre e Doutoranda em Neurociências, Analista do Comportamento e Psicopedagoga, em formação contínua em Fonoaudiologia, unindo ciência, educação e comunicação humana.
