
Por trás de todo comportamento desafiador, há uma necessidade não atendida. Compreender isso é o primeiro passo para intervir com ética e empatia. O professor que observa antes de reagir descobre a função do comportamento e pode ensinar alternativas mais adequadas. A Análise do Comportamento e a Neurociência reforçam que o castigo não ensina — o reforço positivo e a previsibilidade sim. Manejar é guiar, não punir. É transformar o conflito em oportunidade de aprendizado mútuo.
Por Thainara Morales Andretta, Mestre e Doutoranda em Neurociências, Analista do Comportamento e Psicopedagoga, em formação contínua em Fonoaudiologia, unindo ciência, educação e comunicação humana.
