
No contexto da educação, ela tem adoecido muitos professores silenciosamente. São sinais como irritabilidade, insônia, desânimo, sensação de inutilidade, cansaço crônico e vontade constante de desistir.
Quando o professor chega ao seu limite, o corpo grita. E muitas vezes, o sistema só escuta quando já é tarde.
Falar sobre Burnout é urgente. Precisamos construir escolas que valorizem o educador, com gestão mais humana, clima colaborativo e políticas de cuidado.
O professor precisa ser cuidado — não apenas cobrado. Porque ninguém ensina o que não vive.
Por Thainara Morales Andretta
Mestre em Neurociências, formação em andamento em Fonoaudiologia, Analista do Comportamento e Colunista do Jornal Leia SBC
